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7.07
08

Ditadura militar ????

Postado por GermanoCWB ·

Gostei ! Acho que só esqueceu de dizer que nenhum dos militares, presidente ou subalterno, saíram ricos do poder.


DITADURA MILITAR ????

( Jornalista PAULO MARTINS – GAZETA DO PARANA)

Está aí uma ditadura pior do que aquela que hoje insistem em apelidar de ‘ditadura militar’. Como nos dias de hoje, naquele período fui também um crítico. Não lembro de ter sido perseguido, como insistem em afirmar que era o hábito da época aqueles que, por falta de argumento para uma retórica razoável, apelam sem disfarces para o desvirtuado e corrosivo ‘ouvi dizer’.

Que ditadura era aquela que me permitia votar ? Que nunca me proibiu de tomar uma cervejinha num desses bares da vida após as vinte e três horas ? Ou num restaurante de beira de estrada ?

Que ditadura era aquela que (eu não fumo) nunca proibiu quem quer que seja de fumar ? Que ditadura era aquela que nunca usou cartão corporativo para as primeiras damas colocarem até botox no rosto ou para outros roubarem milhões de reais do povo brasileiro ?

Vi, sim, perseguições, porém contra elementos de alta periculosidade à época, como o eram os Zés Dirceus, Renans, Lulinhas, Zé Genoino, Dilma Roussef – a Estela – Marco Aurélio Garcia, Diógenes, o assassino do Capitão Schandler, como os que colocaram bombas em lugares públicos, como aquela no aeroporto de Guararapes, cujo resultado foi a morte de gente inocente, ações de subversivos que desejavam implantar no Brasil um regime comunista, e para tal seguiam planos de formar nas selvas o que hoje, na Colômbia, chamam de FARCs.

Que ditadura era aquela que permitia que a oposição combatesse o governo, como ocorria com deputados como Ulisses Guimarães, apenas para se citar um nome?

Que ditadura era aquela que jamais sequer pensou em proibir a população de usar armas para se defender, como hoje criminosamente pretendem ?

Que ditadura era aquela que em nome da democracia, jamais admitiu invasão de propriedades e jamais sustentou bandidos com cestas básicas em acampamentos e jamais impediu a policia de agir, como a ditadura de hoje ?

Que ditadura engraçada aquela que chegou a criar até partido de oposição! Curiosa essa democracia de agora, em comparação ao que chamam de ‘ditadura militar’, ‘democracia que permite que ladrões do dinheiro público continuem ocupando cadeiras no parlamento e cargos no governo e tolera até mesmo um presidente alegar que ‘não sabia’, para fugir de sua responsabilidade para com a causa pública.

Que ditadura militar era aquela que jamais deu dinheiro de mão beijada para governantes comunistas, amigos de presidente, como ocorre com a ditadura de hoje e, contra a qual não nos permitem sequer contestação ?

Que ditadura era aquela que jamais proibiu a revelação das fuças de bandidos em foto e TV como ocorre na ‘democracia’ de hoje, numa gritante e vergonhosa proteção do meliante, agressor da sociedade ? Escuta telefônica, eis mais uma ação da ‘democracia’ de hoje e proibida à época ‘daquela ditadura militar’.

Ah…é verdade…Aquela ditadura proibia casamento de homem com homem, sexo explícito na TV alcançando crianças, proibia a pouca vergonha e não dava folga para corruptos que eram cassados quando prevaricavam, sem permitir que a sociedade fosse punida com a permanência no palco da corrupção dos delinqüentes, que hoje fazem CPIs para tapearam a sociedade e se escalam às mesmas como raposas cuidando do galinheiro.

Caetano Veloso está quieto em relação a essa ditadura que hoje aí está. Apostasia de ’seu ideal’? À época lançou a música ‘É proibido proibir’. Hoje se cala. O que ajudou a promover, junto com Chico Buarque, Gilberto Gil e outros, está no poder. Que pelo menos altere o nome da música para os dias de hoje para: ‘É permitido proibir’. E que vá se catar.


Que coisas tão graves em seus gastos na Presidência estará Lula procurando esconder da opinião pública?

Que de tão grave têm as despesas dos palácios do Planalto, da Alvorada e da Granja do Torto que possam explicar a cortina de fumaça que o governo criou para impedir o controle dos cartões corporativos de Lula, Marisa, Lulinha, Lurian etc.?

A estas alturas, só o governo pode responder a tais perguntas. E como o governo não responde a opinião pública, sem os esclarecimentos devidos, torna-se presa de dúvidas sobre tudo e todos.

É conhecida a ojeriza de Lula a qualquer controle sobre gastos. Evidentemente os dele, da companheirada do PT, dos sindicatos e do MST, sem esquecer um sem-número de ONGs sobre as quais pesam suspeitas clamorosas.

Ainda recentemente, ele vetou dispositivo de lei que exigia dos sindicatos prestação de contas ao TCU dos recursos derivados do imposto sindical (agora “contribuição”).

Há mais tempo, Lula era contra o imposto em nome da autonomia sindical.

Francisco C. Weffort – Jornal O Globo

14.06
08

Como capturar porcos selvagens

Postado por GermanoCWB ·

Você sabe como se capturam porcos selvagens?

Não?

Então leia, aprenda e reflita.

Abs

Germano

Você sabe como capturar porcos selvagens?

 

Havia um professor de química em um grande colégio com alunos de intercâmbio em sua turma. Um dia, enquanto a turma estava no laboratório, o professor notou um jovem do intercâmbio que continuamente coçava as costas e se esticava como se elas doessem. O professor perguntou ao jovem qual era o problema. O aluno respondeu que tinha uma bala alojada nas costas, pois tinha sido alvejado enquanto lutava contra os comunistas de seu país nativo que estavam tentando derrubar o governo e instalar um novo regime, um “outro mundo possível”.

 

No meio da sua história, ele olhou para o professor e fez uma estranha pergunta:

- “O senhor sabe como se capturam porcos selvagens?

- “O professor achou que se tratava de uma piada e esperava uma resposta engraçada.

O jovem disse que não era piada.

- “Você captura porcos selvagens encontrando um lugar adequado na floresta e colocando algum milho no chão. Os porcos vêm todos os dias comer o milho gratuito. Quando eles se acostumam a vir todos os dias, você coloca uma cerca, mas só em um lado do lugar em que eles se acostumaram a vir. Quando eles se acostumam com a cerca, voltam a comer o milho e você coloca um outro lado da cerca. Mais uma vez eles se acostumam e voltam a comer. Você continua desse jeito, até colocar os quatro lados da cerca em volta deles, com uma porta no último lado. Os porcos, que já se acostumaram ao milho fácil e às cercas, começam a vir sozinhos pela entrada. Você então fecha a porteira e captura o grupo todo.”

- “Assim, em um segundo, os porcos perdem sua liberdade. Eles ficam correndo e dando voltas dentro da cerca, mas já foram pegos. Logo, voltam a comer o milho fácil e gratuito. Eles ficaram tão acostumados a ele que esqueceram como caçar na floresta por si próprios, e por isso aceitam a servidão.”

 

O jovem, então, disse ao professor que era exatamente isso que ele via acontecer neste país. O governo ficava empurrando-os para o comunismo e o socialismo e espalhando o milho gratuito na forma de programas de auxílio de renda, bolsas isso e aquilo, impostos variados, estatutos de “proteção”, cotas para estes e aqueles, subsídio para todo tipo de coisa, pagamentos para não plantar, programas de “bem-estar social”,  medicina e medicamentos “gratuitos”, sempre e sempre novas leis, etc, tudo ao custo da perda contínua das liberdades, migalha a migalha.

 

Devemos sempre lembrar que “Não existe esse negócio de almoço grátis” e também que “não é possível alguém prestar um serviço mais barato do que seria se você mesmo o fizesse”.

 

Se você percebe que toda essa maravilhosa “ajuda” governamental é um problema que se opõe ao futuro da democracia em nosso país, vai mandar esta mensagem para seus amigos.

 

Mas se você acha que políticos e ongueiros pedem mais poder para as respectivas classes, para tirar liberdades e dinheiro dos outros com a intenção de beneficiar “você” ou “os pobres”, então você provavelmente vai deletar este email, mas que Deus o ajude quando trancarem a porteira!

 

Que tal refletir um pouco?

 

14.05
08

O racismo dos racistas

Postado por GermanoCWB ·
Texto próprio de GermanoCWB

Eu gosto de polêmicas.

E esse assunto é um prato cheio. Está em todos os jornais, todo dia.

Dá até medo de escrever porque basta uma palavra errada para aparecer alguém nos acusando de racismo. Virou moda. E pior, entrou no rol do ‘politicamente correto’.

Eu lembro da minha avó: quando tinha um menino muito arteiro, daqueles que não param, sobem em tudo e pulam o tempo todo, ela dizia que parecia um macaco. Era porque ele não parava quieto, trepava em tudo e corria o tempo todo. Todo mundo entendia que era pela bagunça e ninguém via sua cor.

Hoje, se o menino for um pouco moreninho, você vai preso, porque tá todo mundo cuidando disso e reparando nisso, graças aos inúmeros movimentos negros existentes, e que se ofendem com tudo e se aproveitam de todas as situações para tirar algum proveito. Eles mesmos estão fazendo com que as pessoas reparem na cor das pessoas. Eles mesmos não querem se integrar e serem iguais a todos os outros. Eles discursam sobre igualdade, mas disseminam a segregação.

Todos os dias vemos estatísticas, movimentos disso e daquilo, manifestações das dezenas de entidades que representam a população negra (afro-descendentes), etc, etc.

Mas eu não vou abordar esse assunto pela ótica dos noticiários e nem do ‘politicamente correto’.

Vou aborda-lo pela ótica de minha própria vida e experiência.

Nesta semana saiu a notícia de que agora, em 2008 mesmo, o Brasil terá mais negros do que brancos, e pelo andar da carruagem me parece que, em breve, viveremos anos de verdadeira segregação racial e preconceito, perpetrados pelos negros contra os brancos. Na verdade isso já vem ocorrendo.

Todos os movimentos e entidades criadas pelos negros tem a mesma conotação: a luta do negro contra a dominação do branco.

O governo contribui muito para o crescimento desse ódio racial quando aceita outra invenção dos negros e cria o Ministério da Igualdade Racial. Você imagina coisa mais racista do que um Ministério desse?

Mas veja: isso não é criação de nenhum branco. Então, qual o objetivo? O de sempre! A luta contra os brancos.

Mas, caramba! Contra quais brancos? Quem nesse país é branco?

E qual é a diferença entre branco, cafuso, pardo e negro?

Eu não sei. Talvez os negros saibam muito bem, pois estão se armando até os dentes, não com armas de fogo, mas com organizações bem estruturadas para se aproveitarem das benesses, do paternalismo e do assistencialismo fartamente distribuídos pelos governos populistas que adoram ganhar votos nas costas das ‘minorias oprimidas pelas elites’.

Mas,……… eles não são maioria da população???????

Acho que estamos todos, brasileiros de qualquer cor, enjoados e enojados com esse discurso mentiroso de que os negros são minoria nisso e naquilo porque não tiveram as mesmas oportunidades que os outros. Mas, quem teve?

Quem dentre nós, brasileiros comuns, não teve dificuldades na vida? Uns mais outros menos, é certo.

Quem não teve que se matar trabalhando de dia e estudando à noite? Quem não teve dificuldade para pagar a escola ou a faculdade?

Quem não estudou para caramba para poder passar no vestibular e poder estufar o peito e dizer: – Eu passei! Lutando contra milhares de concorrentes.

Quem não camelou no sol procurando emprego?

Tudo isso sem ninguém passando a mão na cabeça dizendo: – Coitadinho, vamos criar leis para obrigar a escola, a faculdade, o serviço público e a empresa privada a te contratar, porque você é um coitadinho que não teve oportunidades.

Antes que os espertalhões que se valem das leis protecionistas esfreguem as mãos, vendo aqui mais uma chance de tomar algum dinheiro graças a um processo judicial por racismo (como no caso do professor baiano, que sequer citou uma cor), vou dizer o seguinte:

Eu disse que trataria desse assunto pela minha experiência e pela minha vida, e para isso preciso falar um pouco sobre mim.

- Sou descendente de escravos das fazendas de Minas Gerais, e graças a várias misturas dos ancestrais, sou um pouco mais claro, como todo brasileiro, o que não me torna branco. Mas não me envergonho disso, não aceito isso como algo que me diminui e, tampouco, uso isso para me fazer de coitadinho e obter alguma vantagem.

- Estudei em escolas públicas e, mais tarde, parei de estudar várias vezes por não conseguir pagar escolas noturnas particulares. Passei no vestibular e tranquei a faculdade pelo mesmo motivo. Mas não ponho a culpa disso na ‘dominação branca’ nem na ‘falta de oportunidades’. Se eu tivesse estudado mais, eu teria entrado na Universidade Federal, como muitos amigos meus, brancos e negros, que hoje são formados e profissionais respeitados, brancos e negros.

- Morei em bairros distantes, em ruas de terra e com valeta aberta na frente de casa. Mas não incendiamos pneus na rua exigindo esmolas do poder público. Naquele tempo pegávamos ferramentas e trabalhávamos para melhorar de vida.

- Quer mais dificuldades? Minha mãe ficou viúva com apenas 27 anos e três filhos pequenos. Eu tinha 2 anos. Mas e daí, quem disse que a vida é fácil?

- Trabalhei e sempre me dei muito bem nos empregos. Alcancei cargos de chefia, contratei e demiti funcionários brancos e negros e, pasmem, brancos e negros são iguais no trabalho, uns brancos bons e outros péssimos, uns negros bons e outros péssimos, apesar da propaganda anti-racismo.

- Na escola tive amigos de todas as cores, descendentes de povos de todos os cantos e alguns com nomes quase impronunciáveis. Alguns moravam em casas grandes e bonitas, e outros em casas simples. Como todos nós brasileiros! E eram casas com pessoas de todas as cores. E todos viviam bem.

Mas agora não é mais assim.

Ministérios, movimentos, ONGs, leis, manifestações, etc. Tudo criado pelos negros, insistem em nos dizer que não podemos mais viver juntos, nem em harmonia e nem com igualdade.

Os negros insistem que eles são mais iguais que o resto de nós, brasileiros mais claros, e que eles merecem todo tipo de proteção do estado, às custas do dinheiro público. Isso é errado.

Quando eu entro na escola é para estudar. E se o professor me manda estudar é para que eu aprenda, e não para me humilhar porque sou dessa ou daquela cor.

Se meu patrão me manda trabalhar mais, não é para me oprimir porque sou dessa ou daquela cor, mas porque ele me paga um salário para eu trabalhar e produzir, e não para gostar de mim.

Resumindo isso tudo, parece que meus irmãos de raça estão com vergonha da sua cor e com muita, mas muita raiva daqueles que eles, preconceituosamente, chamam de brancos.

A partir de agora será muito justo que os ditos ‘brancos’, também comecem movimentos e organizações em defesa do seu espaço, das suas vagas nas escolas, faculdades e serviço público? E aí? Qual será o fim disso? Luta racial?

Temos todos nós, brasileiros, que nos unir independente de cor, de raça e de religião. Somos um povo só. Um SER só. Somos seres humanos. Não temos cor.

Deveriam os negros se desarmar e parar com essa atitude infantil e descabida de se ofender com tudo. De achar que todos estão contra eles. Que o empresário não contratou por causa da cor, que o professor brigou por causa da cor, que o médico não atendeu por causa da cor, que a menina não olhou por causa da cor….caramba. Parem com isso! Ninguém tá nem aí para sua cor.

poderão os brancos se ofender se forem chamados de brancos???

Temos, todos nós, os nossos valores e a nossa dignidade.

Minha dignidade me impede de aceitar qualquer tipo de cota, e quem a exige está apenas afirmando e reafirmando a sua convicção de que é inferior e incapaz de se superar. Eu, negro, não aceito ser diminuído pela instituição de cotas. Sou capaz de lutar e conquistar qualquer espaço pelo meu próprio esforço.

Minha dignidade negra me impede de aceitar que exista uma ‘dominação branca’. A simples menção a isso revela um racismo sem igual.

Minha dignidade negra me impede de aceitar a tutela do Estado.

E todo negro decente deveria pensar assim também.

Conquistar os espaços que os negros reclamam a base de canetadas e decretos é absurdamente humilhante.

Eu, descendente de escravos, dignamente dispenso, obrigado.

GermanoCWB

13.04
08

A higiene na Idade Média

Postado por GermanoCWB ·

Será verdade?

- Ao se visitar o Palácio de Versailles, em Paris, observa-se que o sumptuoso palácio não tem banheiros.

- Na Idade Média, não existiam escovas de dente, perfumes, desodorizantes, muito menos papel higiénico. As excrescências humanas eram despejadas pelas janelas do palácio.

- Em dia de festa, a cozinha do palácio conseguia preparar banquete para 1500 pessoas, sem a mínima higiene.

- Vemos nos filmes de hoje as pessoas sendo abanadas.

A explicação não está no calor, mas no mau cheiro que exalavam por debaixo das saias (que eram propositadamente feitas para conter o odor das partes íntimas, já que não havia higiene).

Também não havia o costume de se tomar banho devido ao frio e à quase inexistência de água encanada.

O mau cheiro era dissipado pelo abanador. Só os nobres tinham lacaios para abaná-los, para dissipar o mau cheiro que o corpo e boca exalavam, e para espantar os insectos.

- Quem já esteve em Versailles admirou muito os jardins enormes e belos que, na época, não eram só contemplados, mas “usados” como vaso sanitário nas famosas baladas promovidas pela monarquia, porque não existia banheiro.

- Na Idade Média, a maioria dos casamentos ocorria no mês de Junho (para eles, o início do verão).

A razão é simples: o primeiro banho do ano era tomado em maio; assim, em Junho, o cheiro das pessoas ainda era tolerável. Entretanto, como alguns odores já começavam a incomodar, as noivas carregavam buquês de flores, junto ao corpo, para disfarçar o mau cheiro. Daí termos “Maio” como o “mês das noivas” e a explicação da origem do buquê de noiva.

- Os banhos eram tomados numa única tina, enorme, cheia de água quente.

O chefe da família tinha o privilégio do primeiro banho na água limpa.

Depois, sem trocar a água, vinham os outros homens da casa, por ordem de idade, as mulheres, também por idade e, por fim, as crianças. Os bebés eram os últimos a tomar banho. Quando chegava a vez deles, a água da tina já estava tão suja que era possível “perder” um bebê lá dentro. É por isso que existe a expressão em inglês “don’t throw the baby out with the bath water”, ou seja, literalmente “não jogue o bebê fora junto com a água do banho”, que hoje usamos para os mais apressadinhos.

- Os telhados das casas não tinham forro e as vigas de madeira que os sustentavam era o melhor lugar para os animais – cães, gatos, ratos e besouros se aquecerem. Quando chovia, as goteiras forçavam os animais a pularem para o chão. Assim, a nossa expressão “está chovendo canivete” tem o seu equivalente em inglês em “it’s raining cats and dogs” (está chovendo gatos e cachorros).

- Aqueles que tinham dinheiro possuíam pratos de estanho. Certos tipos de alimento oxidavam o material, fazendo com que muita gente morresse envenenada.

Lembremo-nos de que os hábitos higiênicos, da época, eram péssimos. Os tomates, sendo ácidos, foram considerados, durante muito tempo, venenosos.

Os copos de estanho eram usados para cerveja ou uísque. Essa combinação, às vezes, deixava o indivíduo “no chão” (numa espécie de narcolepsia induzida pela mistura da bebida alcoólica com óxido de estanho). Alguém que passasse pela rua poderia pensar que ele estivesse morto, portanto recolhia o corpo e preparava o enterro. O corpo era então colocado sobre a mesa da cozinha por alguns dias e a família ficava em volta, em vigília, comendo, bebendo e esperando para ver se o morto acordava ou não.

Daí surgiu o velório, que é a vigília junto ao caixão. A Inglaterra é um país pequeno, onde nem sempre havia espaço para se enterrarem todos os mortos. Então os caixões eram abertos, os ossos retirados, postos em ossários, e o túmulo utilizado para outro cadáver.

As vezes, ao abrirem os caixões, percebia-se que havia arranhões nas tampas, do lado de dentro, o que indicava que aquele morto, na verdade, tinha sido enterrado vivo.

Assim, surgiu a idéia de, ao se fechar o caixão, amarrar uma tira no pulso do defunto, passá-la por um buraco feito no caixão e amarrá-la a um sino. Após o enterro, alguém ficava de plantão ao lado do túmulo, durante uns dias. Se o indivíduo acordasse, o movimento de seu braço faria o sino tocar. E ele seria “saved by the bell”, ou “salvo pelo gongo”, expressão usada por nós até os dias de hoje.

17.03
08

Aquecimento Global – A balela 6

Postado por GermanoCWB ·

Para alguns desses artigos eu pesquisei e forneço o link.

Quem quiser mesmo se informar pode fazer o mesmo.

Germano

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Aquece ou arrefece?

Um pouco de história.

Na rubrica “Danger” de quase todos os media, podem-se encontrar notícias como estas:

The Globe Is Cooling (O globo está esfriando)

- New York Times, February 24, 1895: “Geologists Think the World May Be Frozen Up Again.”
- New York Times, October 7, 1912: “Prof. Schmidt Warns Us of an Encroaching Ice Age.”
- Los Angeles Times, October 7, 1912: “Fifth ice age is on the way. Human race Will have to fight for its existence against cold.”
- Chicago Tribune, August 9, 1923: “Scientist says Arctic ice will wipe out Canada.”
- Washington Post, August 10, 1923: “Ice Age Coming Here.”
- Los Angeles Times, April 6, 1924: “If these things be true, it is evident, therefore that we must be just teetering on an ice age.”

The Globe Is Warming (O globo está esquentando)

- Los Angeles Times, March 11, 1929: “Most geologists think the world is growing warmer, and that it will continue to get warmer.”
- Chicago Daily Tribune, November 6, 1939: “Chicago is in the front rank of thousands of cities [throughout] the world which have been affected by a mysterious trend toward warmer climate in the last two decades.”
- New York Times, August 10, 1952: “We have learned that the world has been getting warmer in the last half century.”
- New York Times, 1953: “Nearly all the great ice sheets are in retreat.”
- U.S. News & World Report, January 8, 1954: “Winters are getting milder, summers drier. Glaciers are receding, deserts growing.”
- New York Times, February 15, 1959: “Arctic Findings in Particular Support Theory of Rising Global Temperatures.”
- New York Times, February 20, 1969: “The Arctic pack ice is thinning and [...] the ocean at the North Pole may become an open sea within a decade or two.”

The Globe Is Cooling (O globo está esfriando)

- Science News, November 15, 1969: “How long the current cooling trend continues is one of the most important problems of our civilization.”
- Washington Post, January 11, 1970: “Get a good grip on your long johns, cold weather haters — the worst may be yet to come.” O artigo era intitulado “Colder Winters Herald Dawn of New Ice Age.”
- New York Times, December 29, 1974: “Present climate change [will result in] mass deaths by starvation and probably in anarchy and violence.”
- Christian Science Monitor, 1974: “The North Atlantic is cooling down about as fast as an ocean can cool.”
- Newsweek, April 28, 1975: “The drop in food output [as a result of climate change] could begin quite soon, perhaps only ten years from now. [...] The central fact is the earth’s climate seems to be cooling down.”
- New York Times, 1975: “A Major Cooling Widely Considered Being Inevitable.”
- Science News, 1975: “The cooling since 1940 has been large enough and consistent enough that it will not soon be reversed.”
- New Scientist, 1975: “The threat of a new ice age must now stand alongside nuclear war as a likely source of wholesale death and misery for mankind.”
- New York Times, 1976: “The cooling has already killed hundreds of thousands of people in poor nations.”

The Globe Is Warming (O globo está esquentando)

- New York Times, August 22, 1981: “Global warming of an almost unprecedented magnitude is predicted.”
- Washington Post, January 18, 2006: “Rising temperatures could, literally, alter the fundamentals of life on the planet.”
- Time, March 26, 2006: “Polar Ice Caps Are Melting Faster Than Ever . . . More and More; Land is Being Devastated by Drought . . . Rising Waters Are Drowning Low Lying Communities . . . By Any Measure, Earth Is at the Tipping Point; The climate is crashing, and global warming is to blame.”

A angústia é o melhor produto vendido pelos media, tanto embrulhada com o frio como com o calor. Adivinha: – Quando começa a arrefecer? Em 2010? Em 2015? Em 2020? Em 2025?

O tempo dará a resposta devida. O mainstream projecta somente calor até 2100. Apoia-se na hipótese (que nem sequer é uma teoria) exclusiva de ser humana a responsabilidade da variabilidade do clima.

Para o IPCC não existe frio. Mas existem pontos de vista alternativos que prevêem o aparecimento de uma fase fria (bem) antes do fim do século. Somente o tempo revelará de que lado está a verdade.

Fonte:
http://mitos-climaticos.blogspot.com/

2.12
07

Diga não ao internetês

Postado por GermanoCWB ·

Copiado descaradamente do Matheus Cunha Blog.

Como você escreve na internet?
Bem, essa é uma pergunta que deve ter deixado você assustado.
“Com o teclado, ué!” D haha não é isso não!
O objetivo é: Qual o estilo ou a norma que você escreve por aí!?
Na minha visão, existem 3 tipos de normas de escrita pela internet:

O Internetês
O “Internetês” (Estilizado)
Forma Padrão ( A norma que é usada nas escolas, nos livros, etc.)

 Veja o restante dessa matéria muito interessante no blog do Matheus Cunha, clicando aqui >>>

http://matheuscunha.wordpress.com/2007/09/27/diga-nao-ao-internetes/