Você está vendo os arquivos da categoria ‘Sacanagens’

20.03
07

Mais uma do Joãozinho

Postado por GermanoCWB ·

 DE NOVO JOÃOZINHO … !!!

No confessionário, chega o pequenino mas velho conhecido Joaozinho e confessa:
- Padre, eu pequei. Fui seduzido por uma mulher casada que se diz séria.
- És tu, Joaozinho?
- Sim, Sr. Padre, sou eu.
- E com quem estivestes tu?
- Padre, eu já disse o meu pecado… Ela que confesse o dela.
- Repara,  mais tarde ou mais cedo eu vou saber, assim é melhor que me digas agora. Foi a Isabel Fonseca?
- Os meus lábios estão selados.
- A Maria Gomes?
- Por mim, jamais o saberá…
- Ah! A Maria José?
- Não direi nunca!!!
- A Rosa do Carmo?
- Padre, não insista!!!
- Então foi a Catarina da pastelaria, não?
- Padre, isto não faz sentido….
O Padre rói as unhas desesperado e diz-lhe então:
- És um cabeça dura, Joãozinho, mas no fundo do coração admiro a tua reserva. Vai rezar vinte Pais-Nossos e dez Ave-Marias…
Vai com Deus, meu filho…
Joãozinho sai do confessionário e vai para os bancos da igreja.
O seu amigo Kevin desliza para junto dele e sussurra-lhe:
- E então? Conseguiu?
- Sim. Tenho cinco nomes de mulheres casadas que dão para todo mundo!!!

18.01
07

Fones de ouvido no trabalho

Postado por GermanoCWB ·

Cuidado com aqueles filminhos durante o trabalho

18.12
06

Os pianistas – Que talento!

Postado por GermanoCWB ·

Para quem não viu no Pânico.

Os pianistas

11.12
06

A fábula da perereca

Postado por GermanoCWB ·

Numa mata, com uma chuva fina, uma perereca preparava-se para comer uma mosca, quando um macho, que observava a cena, disse:

- Perereca, não coma já a mosca! Espere que a abelha coma, depois tu comes a abelha. Ficarás melhor alimentada.

A perereca assim fez e, efetivamente, passados alguns segundos, veio a abelha que comeu a mosca.

A perereca preparou-se, então, para comer a abelha, mas o macho interrompeu novamente:

- Perereca, não comas a abelha! Ela vai ficar presa na teia da aranha e a aranha vai comê-la, então tu comes a aranha e ficarás melhor alimentada.

A perereca de novo esperou. A abelha levantou vôo, caiu na teia da aranha, veio a aranha e comeu-a.

A perereca preparou-se para saltar sobre a aranha, mas de novo o macho falou:- Perereca, não sejas precipitada! Há de vir o pássaro para comer a aranha, que comeu a abelha, que comeu a mosca. Comerás o pássaro e ficarás melhor alimentada.A perereca, reconhecendo os bons conselhos do macho, aguardou.Logo depois, chegou o pássaro. Entretanto, começou a chover mais forte e a perereca, ao atirar-se sobre o pássaro, escorregou e caiu numa poça d’água.Neste momento, uma cobra que passava por ali, engoliu a perereca e sumiu mata a dentro.

MORAL DA HISTÓRIA: Quanto mais tempo duram as preliminares , mais molhada fica a perereca.

Porém, cuidado! Se não comer, vem outro e come!

AGORA SE SEU NEGÓCIO FOR OUTRO, PODE ENGOLIR A COBRA

7.12
06

Palavrões – Veríssimo

Postado por GermanoCWB ·

Luís Fernando Veríssimo


Os palavrões não nasceram por acaso. São recursos extremamente válidos e criativos para prover nosso vocabulário de expressões que traduzem com a maior fidelidade nossos mais fortes e genuínos sentimentos. É o povo fazendo sua língua. Como o Latim Vulgar, será esse Português Vulgar que vingará plenamente um dia.
Sem que isso signifique a “vulgarização” do idioma, mas apenas sua maior aproximação com a gente simples das ruas e dos escritórios, seus sentimentos, suas emoções, seu jeito, sua índole.“Pra caralho”, por exemplo. Qual expressão traduz melhor a idéia de muita quantidade do que “Pra caralho”? “Pra caralho” tende ao infinito, é quase uma expressão matemática. A Via- Láctea tem estrelas pra caralho, o Sol é quente pra caralho, o universo é antigo pra caralho, eu gosto de cerveja pra caralho, entende?

No gênero do “Pra caralho”, mas, no caso, expressando a mais absoluta negação, está o famoso “Nem fodendo!”. O “Não, não e não!”, assim como o “Absolutamente Não” já soam sem nenhuma credibilidade.

O “Nem fodendo” é irretorquível, e liquida o assunto. Te libera, com a consciência tranqüila, para outras atividades de maior interesse em sua vida.
Aquele filho pentelho de 17 anos te atormenta pedindo o carro pra ir surfar no litoral? Não perca tempo nem paciência. Solte logo um definitivo: Marquinhos, presta atenção, filho querido, NEM FODENDO!”.O impertinente se manca na hora e vai pro Shopping se encontrar com a turma numa boa e você fecha os olhos e volta a curtir o CD do Caetano Veloso.

Por sua vez, o “porra nenhuma!” atendeu tão plenamente às situações onde nosso ego exigia não só a definição de uma negação, mas também o justo escárnio contra descarados blefes, que hoje é totalmente impossível imaginar que possamos viver sem ele em nosso cotidiano profissional.
Como comentar a bravata daquele chefe idiota senão com um “é PhD porra nenhuma!”, ou “ele redigiu aquele relatório sozinho porra nenhuma!”.

O “porra nenhuma”, como vocês podem ver, nos provê sensações de incrível bem estar interior. É como se estivéssemos fazendo a tardia e justa denúncia pública de um canalha.

Há outros palavrões igualmente clássicos. Pense na sonoridade de um “Puta-que-pariu!”, ou seu correlato “Puta-que-o-pariu!”, falados assim, cadenciadamente, sílaba por sílaba. Diante de uma notícia irritante qualquer um “puta-que-o-pariu!” dito assim te coloca outra vez em seu eixo.
Seus neurônios têm o devido tempo e clima para se reorganizar e sacar a atitude que lhe permitirá dar um merecido troco ou o safar de maiores dores de cabeça.

E o que dizer de nosso famoso “vai tomar no cu!”? E sua maravilhosa e reforçadora derivação “vai tomar no meio do seu cu!”. Você já imaginou o bem que alguém faz a si próprio e aos seus quando, passado o limite do suportável! , se dirige ao canalha de seu interlocutor e solta: “Chega! Vai tomar no meio do seu cu!”. Pronto, você retomou as rédeas de sua vida, sua auto-estima. Desabotoa a camisa e saia à rua, vento batendo na face, olhar
firme, cabeça erguida, um delicioso sorriso de vitória e renovado
amor-íntimo nos lábios.

E seria tremendamente injusto não registrar aqui a expressão de maior poder de definição do Português Vulgar: “Fodeu!”. E sua derivação mais avassaladora ainda: “Fodeu de vez!”. Você conhece definição mais exata, pungente e arrasadora para uma situação que atingiu o grau máximo imaginável de ameaçadora complicação? Expressão, inclusive, que uma vez proferida insere seu autor em todo um providencial contexto interior de alerta e auto-defesa. Algo assim como quando você está dirigindo bêbado, sem documentos do carro e sem carteira de habilitação e ouve uma sirene de polícia atrás de você mandando você parar: O que você fala? “Fodeu de vez!”.

Sem contar que o nível de stress de uma pessoa é inversamente proporcional à quantidade de “foda-se!” que ela fala.

Existe algo mais libertário do que o conceito do “foda-se!”? O “foda-se!” aumenta minha auto-estima, me torna uma pessoa melhor. Reorganiza as coisas.
Me liberta. “Não quer sair comigo? Então foda-se!”. “Vai querer decidir essa merda sozinho (a) mesmo? Então foda-se!”. O direito ao “foda-se!” deveria estar assegurado na Constituição Federal.

3.12
06

O pinto do Dr. Chagas

Postado por GermanoCWB ·

Um funcionário de uma agência funerária está trabalhando de noite, para examinar corpos antes de eles serem sepultados ou cremados.
Examina um corpo, identificado como José Chagas, que está para ser cremado, e descobre que o defunto tem o maior pau que ele já viu na vida.
- Desculpe, Sr. Chagas – pensa o funcionário -, mas não posso mandá-lo para o crematório com essa coisa enorme. Ela tem
que ser conservada para a posteridade.
Com um bisturi, remove o pênis do morto, guarda-o num frasco e vai para casa.
A primeira pessoa a quem ele mostra a monstruosidade é à sua mulher.
- Tenho algo inacreditável para te mostrar, querida. Nem vais acreditar!
Depois, abre o frasco e, ao ver o conteúdo, a mulher grita, estarrecida:
- Oh meu Deus, o Chagas morreu ???!!!…
Moral da História : JAMAIS LEVE TRABALHO PRA CASA!