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13.04
08

A higiene na Idade Média

Postado por GermanoCWB ·
Será verdade?

- Ao se visitar o Palácio de Versailles, em Paris, observa-se que o sumptuoso palácio não tem banheiros.

- Na Idade Média, não existiam escovas de dente, perfumes, desodorizantes, muito menos papel higiénico. As excrescências humanas eram despejadas pelas janelas do palácio.

- Em dia de festa, a cozinha do palácio conseguia preparar banquete para 1500 pessoas, sem a mínima higiene.

- Vemos nos filmes de hoje as pessoas sendo abanadas.

A explicação não está no calor, mas no mau cheiro que exalavam por debaixo das saias (que eram propositadamente feitas para conter o odor das partes íntimas, já que não havia higiene).

Também não havia o costume de se tomar banho devido ao frio e à quase inexistência de água encanada.

O mau cheiro era dissipado pelo abanador. Só os nobres tinham lacaios para abaná-los, para dissipar o mau cheiro que o corpo e boca exalavam, e para espantar os insectos.

- Quem já esteve em Versailles admirou muito os jardins enormes e belos que, na época, não eram só contemplados, mas “usados” como vaso sanitário nas famosas baladas promovidas pela monarquia, porque não existia banheiro.

- Na Idade Média, a maioria dos casamentos ocorria no mês de Junho (para eles, o início do verão).

A razão é simples: o primeiro banho do ano era tomado em maio; assim, em Junho, o cheiro das pessoas ainda era tolerável. Entretanto, como alguns odores já começavam a incomodar, as noivas carregavam buquês de flores, junto ao corpo, para disfarçar o mau cheiro. Daí termos “Maio” como o “mês das noivas” e a explicação da origem do buquê de noiva.

- Os banhos eram tomados numa única tina, enorme, cheia de água quente.

O chefe da família tinha o privilégio do primeiro banho na água limpa.

Depois, sem trocar a água, vinham os outros homens da casa, por ordem de idade, as mulheres, também por idade e, por fim, as crianças. Os bebés eram os últimos a tomar banho. Quando chegava a vez deles, a água da tina já estava tão suja que era possível “perder” um bebê lá dentro. É por isso que existe a expressão em inglês “don’t throw the baby out with the bath water”, ou seja, literalmente “não jogue o bebê fora junto com a água do banho”, que hoje usamos para os mais apressadinhos.

- Os telhados das casas não tinham forro e as vigas de madeira que os sustentavam era o melhor lugar para os animais – cães, gatos, ratos e besouros se aquecerem. Quando chovia, as goteiras forçavam os animais a pularem para o chão. Assim, a nossa expressão “está chovendo canivete” tem o seu equivalente em inglês em “it’s raining cats and dogs” (está chovendo gatos e cachorros).

- Aqueles que tinham dinheiro possuíam pratos de estanho. Certos tipos de alimento oxidavam o material, fazendo com que muita gente morresse envenenada.

Lembremo-nos de que os hábitos higiênicos, da época, eram péssimos. Os tomates, sendo ácidos, foram considerados, durante muito tempo, venenosos.

Os copos de estanho eram usados para cerveja ou uísque. Essa combinação, às vezes, deixava o indivíduo “no chão” (numa espécie de narcolepsia induzida pela mistura da bebida alcoólica com óxido de estanho). Alguém que passasse pela rua poderia pensar que ele estivesse morto, portanto recolhia o corpo e preparava o enterro. O corpo era então colocado sobre a mesa da cozinha por alguns dias e a família ficava em volta, em vigília, comendo, bebendo e esperando para ver se o morto acordava ou não.

Daí surgiu o velório, que é a vigília junto ao caixão. A Inglaterra é um país pequeno, onde nem sempre havia espaço para se enterrarem todos os mortos. Então os caixões eram abertos, os ossos retirados, postos em ossários, e o túmulo utilizado para outro cadáver.

As vezes, ao abrirem os caixões, percebia-se que havia arranhões nas tampas, do lado de dentro, o que indicava que aquele morto, na verdade, tinha sido enterrado vivo.

Assim, surgiu a idéia de, ao se fechar o caixão, amarrar uma tira no pulso do defunto, passá-la por um buraco feito no caixão e amarrá-la a um sino. Após o enterro, alguém ficava de plantão ao lado do túmulo, durante uns dias. Se o indivíduo acordasse, o movimento de seu braço faria o sino tocar. E ele seria “saved by the bell”, ou “salvo pelo gongo”, expressão usada por nós até os dias de hoje.

4.12
06

Noivo corno

Postado por GermanoCWB ·

Isso aconteceu em São Paulo, com um funcionário da Walita, e saiu em vários
jornais.

Era um grande casamento, com cerca de 300convidados…

Depois do casamento, durante o brinde, o noivo levantou-se, foi até o palco
e pegou o microfone, disse que queria agradecer a todos por terem vindo,
muitos de tão longe, para assistir ao seu casamento, e especialmente ao seu
novo sogro por ter providenciado uma festa tão espetacular.

Em retribuição a todos os presentes que receberam dos convidados, ele disse
que queria oferecer a todos um presente especial só da parte dele.

Pediu então que todos abrissem os envelopesque estavam colados com Durex
debaixo das cadeiras. E assim foi.

Todo mundo com aquela cara de “que coisa original!”,”que bonitinho”, etc,
até que abriram os envelopes.

Dentro destes estavam duas fotografias em 20×30do seu padrinho de casamento
tendo relações sexuais com a sua noiva. Elehavia suspeitado da relação dos
dois algumas semanas antes do casamento econtratou um detetive para
segui-los, confirmando as suas suspeitas… Onoivo ficou durante alguns
segundos observando as reações dos convidados, virou-se para o seu padrinho
e sua noiva e disse para curtirem a festa, e foi embora, deixando uma
multidão estupefata…

Teve o casamento anulado dois dias depois…

Enquanto a maioria de nós teria acabado com o noivado imediatamente após
descobrir a traição, ele não, deixou a coisa seguir como se nada tivesse
acontecido!

A SUA VINGANÇA:

Fez com que os pais da noiva pagassem mais de R$ 32.000,00 por um casamento
para mais de 300 convidados (e que o pai da noiva, um militar aposenado,
provavelmente vai fazê-la pagar de alguma forma).
Fez com que todos ficassem sabendo exatamente cmo é que as coisas
aconteceram (se ele tivesse cancelado antes da ceriônia, a família da
noiva só saberia da versão que ela contasse).

Deu fim à reputação da noiva e do padrinho na frente de todos os seus
amigos, pais, irmãos, irmãs, avós, sobrinhos, tios,tias, etc…

EM OUTRAS PALAVRAS:
O CARA É CORNO, MAS É NINJA!!!