Posts Tagged ‘Política’

6.04
08

Escola Sem Partido – Virando o jogo

Postado por GermanoCWB ·

Conheça e divulgue o ‘Escola Sem Partido’

Não deixe seu filho ser doutrinado politicamente nas escolas.

Essa não é a função dos professores e nem da escola.

Você é responsável pelo que fazem com o seu filho fora de casa!

Não se omita!

Abraços

Germano

VIRANDO O JOGO

O EscolasemPartido.org está fazendo quatro anos. Nesse meio tempo, embora tenhamos obtido algumas vitórias, ficou claro que nossos adversários são infinitamente mais poderosos que nós. E o que é mais grave: enquanto eles estão agindo no mundo real – nas salas de aula, nos auditórios, nos governos, nas editoras, etc. –, nós estamos apenas esperneando na internet.

Meditando numa forma de superar essa desvantagem numérica e estratégica, ocorreu-nos a idéia de levar uma amostra significativa dos fatos cujas provas temos acumulado no ESP ao conhecimento do Ministério Público e pedir o ajuizamento de uma ação civil pública para obrigar as escolas públicas e particulares, do ensino fundamental e médio, e os cursinhos pré-vestibulares a afixar, em locais onde possam ser lidos por estudantes e professores, cartazes com a relação de deveres do professor elaborada pelo ESP, a fim de que os alunos, devidamente informados do direito que têm de não ser doutrinados por seus mestres, possam exercer eles próprios a defesa desse direito.

Essa representação, redigida e encabeçada pelo coordenador do ESP, o advogado Miguel Nagib, acaba de ser apresentada ao Ministério Público do Distrito Federal por um grupo de pais, estudantes e ex-estudantes de Brasília.

A iniciativa, contudo, não precisa e não deve ficar circunscrita ao Distrito Federal. Como se sabe, a instrumentalização do conhecimento para fins político-ideológicos é um problema que afeta praticamente todas as escolas brasileiras. Sendo assim, a mesma representação pode ser apresentada aos órgãos do Ministério Público de todas as cidades brasileiras.

Qualquer pessoa pode levar ao conhecimento do Ministério Público fatos que demonstrem a ocorrência de lesão a direitos coletivos ou difusos, e pedir ou sugerir a adoção das providências que julgar apropriadas. Não há ônus algum; o direito de petição aos Poderes Públicos é garantido pela Constituição Federal (art. 5º, XXXIV, ‘a’).

Se exercermos esse direito constitucional – como já fizemos em Brasília –, poderemos deflagrar um movimento de grande envergadura, levando a órgãos do Ministério Público de centenas de cidades brasileiras uma denúncia formal e fundamentada contra a prática da doutrinação ideológica nas escolas e pedindo providências concretas para combatê-la.

Com essa finalidade, o EscolasemPartido.org colocou à disposição dos interessados uma cópia da representação e do arquivo de provas que a instrui. Para baixá-los, clique AQUI. É só preencher, imprimir, assinar e dar entrada no órgão do Ministério Público de sua cidade.

Se tiver alguma dúvida, escreva-nos.

Não deixe de fazer o que é certo, acreditando que outra pessoa o fará; se todos agirem assim, o certo acabará não sendo feito por ninguém.

– Visite e divulgue o www.escolasempartido.org

24.10
07

Político honesto

Postado por GermanoCWB ·

Muito legal !!!!!!!!!

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4 - veja o resultado com a máxima atenção!

30.04
07

A ‘Revolução Prudente’ de Lula

Postado por GermanoCWB ·

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Quando eu falo, cansativamente, em ‘autonomia local’, em ‘regionalização’, em ‘características locais’ e em ‘descentralização’, sempre ouço os mais inacreditáveis argumentos para dizer que isso não funciona e que não serve para o Brasil. Algumas vezes as pessoas são até bastante agressivas.

Pois bem: aí está o texto ‘Competitividade’ do jornal argentino La Nación, que assim como outros textos que já publiquei aqui (clique e leia), também afirma que o governo deve parar com a utopia de planos nacionais e deve se concentrar em planos regionais para obter um verdadeiro crescimento. Essa é a conclusão dos empresários brasileiros reunidos na CNI, mostrando que está ficando cada vez mais claro que o centralismo é a principal mazela do país, e o principal causador da morosidade do nosso crescimento.

Quer dizer, os caminhos para o crescimento do país e a redução das desigualdades estão aí, conhecidos e solicitados: descentralização, maior autonomia local, planos regionais. É só aprender com quem já acertou!

E quem já acertou? Bem, só TODOS os países que nós chamamos, desdenhosamente (para esconder a inveja), de ‘primeiro mundo’.

Germano

A matéria abaixo foi exraída da ‘Folha Dinheiro’

30/04/200708h14

“Revolução prudente” de Lula cria potência econômica, diz jornal

da BBC Brasil

Uma “revolução prudente” liderada pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva está fazendo nascer uma “potência econômica” do Brasil, afirma matéria publicada nesta segunda-feira no jornal italiano La Repubblica.

“Aquele líder barbudo que por muitos anos foi o espantalho do grande capital acabou se tornando o presidente do Brasil que agrada o mundo das finanças e da indústria”, diz o texto.

“As empresas crescem, o mercado interno se desenvolve e também os capitalistas.”

Em tom positivo, o artigo nota que “o Brasil mantém sua posição de guia do continente, maior exportador regional, e economia mais industrializada capaz de produzir fenômenos empreendedores notáveis”.

“Famílias novas e tradicionais consolidam seus poder e se expandem para o exterior”, diz o Repubblica, citando empresários como Roger Agnelli, que encabeça a Companhia Vale do Rio Doce, os banqueiros Joseph e Moise Safra, o governador do MS e plantador de soja, Blairo Maggi, e os irmãos Constantino, da Gol.

No entanto, a matéria ressalva que “a transição para uma economia capitalista moderna permanece incompleta’, porque ainda falta resolver ‘o problema da forte desigualdade”.

“O país mantém as contradições de sempre, com um desenvolvimento econômico que não reduz as desigualdades e a incapacidade, nos últimos vinte anos, de criar um novo modelo de industrialização.”

Competitividade

O diário argentino La Nación traz uma matéria em que descreve o debate, no Brasil, para “reverter a perda de competitividade”.

“O Brasil perdeu posições em conhecimento e competitividade em relação à Argentina e outros países da América Latina”, diz o texto.

O problema foi debatido em um encontro promovido pela CNI (Confederação Nacional da Indústria), em que, segundo o jornal, os empresários ‘pediram políticas ativas’ do governo: taxas de juros mais baixas, investimentos em inovação tecnológica e um marco regulatório mais simplificado.

De acordo com o diário argentino, empresários no encontro disseram que o país não pode pensar apenas em um plano nacional, e deve investir na regionalização econômica para garantir um desenvolvimento sustentável.

Efeito à distância

Preços de sucos de laranja já estão aumentando no Japão em decorrência da expansão das áreas de plantação de cana-de-açúcar para fabricação de biocombustível, afirma matéria do diário japonês Yomiuri Shimbun.

Segundo o jornal, grande parte do efeito inflacionário se explica pela transformação de áreas de cultivo no Brasil, produtor de 60% de toda a laranja mundial. A menor oferta de laranja eleva o seu preço.

A matéria diz ainda que o aumento dos sucos de laranja já ameaça criar um ‘efeito dominó’ sobre o preço de outros sucos de fruta industrializados.

11.04
07

Brasil e Suíça

Postado por GermanoCWB ·

Numa reunião com o Presidente da Suíça, Lula apresenta os seus Ministros:
Este é o Ministro da Saúde,
Este é o ministro da Educação,
Este é o ministro da Cultura,
Este é o Ministro da Justiça…
E assim foi.
Chegou a vez do Presidente da Suíça:
Este é o Ministro da Saúde,
Este é o Ministro da Fazenda,
Este é o Ministro da Educação,
Este é o Ministro da Marinha…
Nessa altura Lula começa a rir:
Desculpe, Sr. Presidente, mas para que o Sr. tem um Ministro da Marinha, se o seu país não tem mar?
O Presidente da Suíça então responde:
Quando você apresentou os Ministros da Justiça,da Educação,da Saúde,
EU NÃO RI…

4.04
07

Por que o Brasil não cresce como a China e a Índia?

Postado por GermanoCWB ·

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Por que o Brasil não cresce como a China e a Índia?

Sete ganhadores do Prêmio Nobel de Economia dizem, em entrevistas exclusivas a VEJA, quais são as amarras que impedem o país de crescer como os gigantes asiáticos

Em seus depoimentos eles se limitam a apontar as medidas, atitudes e reformas que ajudaram outros países em estágio de desenvolvimento semelhante ao brasileiro a acelerar a modernização de sua economia e aumentar dramaticamente o padrão de bem-estar de seus habitantes. Em comum, os depoimentos têm a ênfase em apontar o custo econômico do populismo assistencialista e os prejuízos causados pelo que um deles define como “capitalismo de compadrio”. Essa distorção protege grupos econômicos ineficientes e impede a abertura e o florescimento de forças inovadoras na economia. Como era de esperar, o tamanho do Estado e o excesso de burocracia e de regulamentação também foram apontados como entraves graves ao desenvolvimento.

EDWARD PRESCOTT
Nacionalidade:
americana
Idade: 66 anos
Universidade do Arizona
Nobel de 2004
Feito:comprovou a eficácia de políticas econômicas coerentes a longo prazo
A chave é criar poupança • “O Brasil conseguirá se aproximar do padrão de vida dos países desenvolvidos somente se os brasileiros estiverem convencidos de que boas políticas serão perseguidas ao longo de vários e vários anos. Não basta implementar as medidas corretas por um curto período. A única esperança que vislumbro é que o Brasil se descentralize. Tenho algumas sugestões. Livrem-se da centralização de poder em Brasília e reduzam drasticamente os impostos federais. Deixem que os estados da federação ganhem autonomia e compitam entre si por investimentos. Se algum deles quebrar, coloquem-no num programa de intervenção, como foi feito com a cidade de Nova York nos anos 70.

Ainda que sensibilidades possam se ouriçar, é preciso reconhecer que regimes democráticos, como o brasileiro, não são precondições para o sucesso econômico. É fundamental que o Brasil estimule a criação de uma sociedade privada. Esse é o motor de qualquer ciclo de expansão sustentável. Já o combustível é a poupança. Nenhum país cresce sem um sistema que induza a formação de poupança.Em Cingapura, o crescimento veio após a introdução de poupanças compulsórias. É condição vital, no entanto, que os recursos sejam bem geridos. Eles não podem ser desperdiçados nas mãos de governos incompetentes. Instituam um sistema de poupança crível e, em 25 anos, o Brasil crescerá rapidamente. Há sempre o risco de o governo expropriar esses recursos, por isso é crucial dar às pessoas a chance de escolher onde pôr o seu dinheiro.

GARY BECKER
Nacionalidade:
americana
Idade: 76 anos
Universidade de Chicago
Nobel de 1992
Feito: deu nobreza à análise econômica dos fenômenos do comportamento humano
Capitalismo de compadrio Dos anos 1940 até meados dos anos 1980, os chineses e os indianos praticamente não progrediram. Sob o peso de economias centralizadas e estatais – comunismo na China e um socialismo inespecífico na Índia –, chineses e indianos viram seus países estagnar. Os dois governos detinham controle total sobre os investimentos. Já a América Latina é um mistério. Há o caso de sucesso do Chile, cujo modelo é similar (até mais extremo) ao chinês e ao indiano – abertura da economia, redução do estatismo e da burocracia, mercado de trabalho mais flexível. Graças a esse modelo, o Chile vem tendo sucesso nos últimos 25 anos. Por que o resto da América Latina não produz os mesmos resultados? A minha opinião é que o Brasil ainda resiste a fazer as reformas executadas pelo Chile. O México, depois dos últimos ajustes, avançou bastante. Sobrou ainda muita burocracia e regulamentação, em especial no mercado de trabalho.Há ainda o que eu chamaria de “capitalismo de compadres” – algumas famílias ou setores privilegiados conseguem favores e empréstimos do governo. No caso mexicano, no setor televisivo e nas telecomunicações. Suspeito que isso também seja verdadeiro em outros países da América Latina, como o Brasil. Eu diria que esse compadrio é uma das principais causas do atraso econômico da região.”

JAMES HECKMAN
Nacionalidade:
americana
Idade: 62 anos
Universidade de Chicago
Nobel de 2000
Feito:criou métodos precisos de avaliação do sucesso de programas sociais, de educação e de leis trabalhistas

O peso da burocracia e da educação ineficiente O maior obstáculo ao crescimento brasileiro é o excesso de burocracia e regulamentações. Qualquer observador externo percebe isso. Essa característica representa um custo enorme para quem queira fazer negócios.Faltam incentivos para que as pessoas possam ser mais competitivas. É o que a China e a Índia estão fazendo. No Brasil esses estímulos são muito tímidos, predomina um pensamento que lembra o mercantilismo, de viver em um mundo de castas e protegê-lo do jeito que ele é. Não há uma economia competitiva e flexível, na qual as pessoas abram empresas, fechem empresas, contratem bons funcionários, demitam maus funcionários, contratem bons professores, demitam os professores ruins.É uma influência negativa que o país teve dos europeus, de todas aquelas velhas instituições de Portugal e da Espanha. A América Latina tem mais regulamentações do que a Europa. O custo de contratar um funcionário é muito elevado no Brasil, e isso desacelera a economia.Se você tentar evitar que o desemprego aumente nos períodos ruins, o emprego também não vai melhorar muito quando as coisas forem bem. Essa inflexibilidade amarra a economia. A questão política também afeta o avanço brasileiro. As reformas chilenas demoraram quase dez anos para dar resultados.Isso soa como pregar ao vento na América Latina, se olharmos para o que está acontecendo na Bolívia ou na Venezuela. Há uma onda contrária às reformas na região. As boas lições nunca foram aprendidas de verdade. Para piorar, os políticos costumam ter uma visão de curto prazo. Querem eliminar a desigualdade, e como fazem isso? Dando dinheiro para os pobres. Essa política pode até reduzir a desigualdade no curto prazo, mas investir nas crianças e na qualidade da escola criaria bases mais sólidas para o aumento na qualidade de vida.

DOUGLASS NORTH
Nacionalidade:
americana
Idade: 86 anos
Universidade Washington, em Saint Louis

Nobel de 1993
Feito: foi pioneiro no estudo do papel virtuoso das instituições na diminuição dos custos de transação que emperram o desenvolvimento
O assalto de grupos de interesses “Assim como na maioria dos países do Terceiro Mundo, há no Brasil uma aliança muito próxima entre interesses políticos e econômicos. Um grupo de privilegiados alimenta o outro, e vice-versa. O resultado é uma barreira para a competição e para mudanças institucionais inovadoras e criativas. A meu ver, é isso que impede o Brasil de se tornar um país de alta renda.Trata-se de uma questão de teoria política, não econômica. Sempre que um determinado grupo controla o sistema político, ele o usa para seu próprio benefício, em detrimento dos interesses da população como um todo. O Brasil é um país cheio de promessas e possibilidades, mas que foi tomado de assalto por grupos de interesse que souberam se aproveitar do Estado para seus próprios benefícios. E ainda se aproveitam. Esses grupos se protegem da competição, numa ação que tende a fechar a economia e barrar a eficiência.

ROBERT SOLOW
Nacionalidade:
americana
Idade: 82 anos
MIT (Instituto de Tecnologia de Massachusetts)
Nobel de 1987
Feito: criou o modelo neoclássico de crescimento econômico com ênfase no progresso tecnológico
O desafio é a estabilidade Por essa razão, o desafio do Brasil não é imitar a China, mas manter a estabilidade. Não imagino que outros países possam imitar o modelo chinês.

ROBERT MUNDELL
Nacionalidade:
canadense
Idade: 74 anos
U
niversidade Colúmbia
Nobel de 1999
Feito: estudos revolucionários sobre as políticas fiscais e de câmbio em economias abertas que levaram, entre outras coisas, à criação do euro
Protecionismo sufocante “O Brasil abraçou uma política de desenvolvimento protecionista num momento em que o restante do mundo estava se abrindo internacionalmente.Com as inovações avançando num ritmo vertiginoso, é crucial aceitar essa interdependência mundial e desenvolver as vantagens comparativas naturais de um país. O Brasil é um dos países mais fechados do mundo, ficou em 81º lugar em um ranking de abertura econômica elaborado pela Heritage Foundation, com informações de 157 países (o mais aberto é Hong Kong). A característica comum a todos os países fechados, como o Brasil, é que eles têm baixa renda per capita. Não há como ter crescimento sem empresários, sem pessoas que iniciem novos negócios. Vários países latino-americanos colocam barreiras ao surgimento de novas empresas. Enquanto nos Estados Unidos uma companhia pode ser constituída em poucas horas, na América Latina isso pode levar meses. Países menos burocráticos, como os Estados Unidos e a China, conseguem atrair o investimento estrangeiro direto, fundamental para o crescimento porque traz consigo capital, tecnologia e mercados.

O sistema tributário brasileiro também desestimula os investimentos. Por que lidar com quase 100 moedas na região? O Brasil deveria liderar o Mercosul na direção de uma maior, e não menor, abertura comercial. Além disso, deveria defender a existência de uma moeda única da América Latina.

PAUL SAMUELSON
Nacionalidade:
americana
Idade: 91 anos
MIT (Instituto de Tecnologia de Massachusetts)

Nobel de 1970
Feito:lançou as bases da moderna análise econômica nas teorias de crescimento, consumo, comércio internacional e equilíbrio de preços e saláriosO preço do populismo político A história de nosso tempo é que você pode até não gostar do mercado, mas não apareceu nenhum modelo alternativo capaz de organizar grandes populações. O padrão político de democracias populistas parece ter sido um fator que inibiu o desenvolvimento. Por que a Argentina e talvez até mesmo o Brasil, onde não restavam muitos nativos indígenas e havia muitos imigrantes europeus, não avançaram como os países asiáticos? Eu buscaria explicações na política. No caso brasileiro, há também questões sociológicas. Vocês herdaram do catolicismo português uma sociedade sem tradições igualitárias. Minha única viagem à América Latina foi ao Peru, em 1980. O país havia acabado de se livrar de uma ditadura, emigrantes estavam retornando e parecia que haveria progresso. Mas logo depois houve disputas internas, tensões, e as esperanças nunca se materializaram. Ciclos de esperança e decepção, como esses, tornaram-se rotina na região. O Chile talvez seja uma exceção.”

3.04
07

Apagão aéreo 2 – Ele não sabia de nada

Postado por GermanoCWB ·

Veja também as outras matérias relacionadas:

- Apagão aéreo

- Apagão aéreo 3 – O que a imprensa não conta

- A diferença entre os apagões brasileiros 

 

Esse é, no mínimo, um canalha.

Ele vai vestir de novo a máscara de coitadinho traído e que não sabia de nada (mensalão, Marcos Valério, José Dirceu, etc, etc), como se não fosse ele o responsável pelo total sucateamento das forças armadas, que são, no momento e num futuro próximo, os únicos adversários capazes de deter seus planos comunizantes, em conchavo com seus amiguinhos Fidel Castro, Hugo Chaves e Evo Morales.

(Veja post relacionado: ‘Ele não sabia de nada’)

03/04/2007

Lula: ‘Controladores me apunhalaram pelas costas’

Em reunião com congressistas que integram o consórcio governista, Lula disse, nesta terça-feira, que os controladores fizeram “jogo baixo” com o presidente da República. “Eles me apunhalaram pelas costas”, disse o presidente, segundo relataram ao blog deputados que participaram do encontro. “Só esperaram eu sair do país para causar confusão.” Lula reportava-se à crise da última sexta-feira (30). Naquele dia, enquanto voava para os EUA, sargentos que cuidam do controle de vôo amotinaram-se no Cindacta 1, em Brasília.

A bordo do Aerolula, o presidente foi comunicado sobre o caos, que provocou a paralisação dos aeroportos brasileiros por cinco horas.

Referindo-se à negociação feita, em seu nome, pelo ministro Paulo Bernardo (planejamento), Lula disse não ter autorizado o auxiliar a comprometer-se com o cancelamento de punições impostas aos controladores pela Aeronáutica. Tampouco o autorizara a prometer que os sargentos sublevados não sofreriam sanções por conta do motim de sexta-feira.

Nesse ponto da reunião, Lula tentou isentar Paulo Bernardo de responsabilidade por promessas que o governo tratou de romper nesta terça-feira (3). Disse que o ministro fez o que lhe pareceu correto num instante de crise. Porém, com um atraso de quaro dias, condenou o acordo. Disse que não faz sentido premiar com o cancelamento de sanções militares que não respeitam nem o presidente da República nem a sociedadee brasileira.

Segundo o relato dos parlamentares que estiveram com Lula, o presidente declarou que considera adequado qualquer tipo de protesto. Mesmo aqueles que são organizados contra ele próprio. Mas não pode admitir que a sociedade seja prejudicada por “militares irresponsáveis”. Disse claramente que autorizou para a Páscoa o que desautorizara dias atrás.

No auge da crise de sexta-feira, quando o brigadeira Juniti Saito, comandante da Aeronáutica, preparava-se para mandar à prisão os sargentos amotinados, o presidente desautorizou a providência. Agora, diz ter dado carta branca à Força Aérea para prender os controladores de vôo que ousarem causar problemas no feriado de Páscoa.

De resto, Lula informou aos congressistas que devolveu ao comandante Saito a atribuição de coordenar a transição do regime militar para um sistema de controle civil da aviação civil. Diferentemente da disposição que exibia até domingo, o presidente agora não tem pressa. Disse que o processo será feito com “toda a calma necessária”. Condicionou as mudanças à normalização da situação aeroportuária.

Escrito por Josias de Souza às 21h01